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O SINDICOMERCIÁRIOS DE SANTO ANTÔNIO DA PATRULHA, ROLANTE, RIOZINHO E LITORAL NORTE PARTICIPAM DO 1º ENCONTRO NACIONAL DE TRABALHADORES DO COMÉRCIO E SERVIÇOS DA CENTRAL DOS TRABALHADORES DO BRASIL

O Sindicomerciários de Santo Antônio da Patrulha, Rolante, Riozinho e Litoral Norte, participa nos dias 25, 26 e 27 de fevereiro de 2026, no auditório do Sindicomerciários em Caxias do Sul  do  1º Encontro Nacional de Trabalhadores do Comércio e Serviços da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB),  onde estão sendo abordados 8 temas sobre a luta dos comerciários e comerciárias pelo fim da escala 6×1.

O encontro  aborda temas como a conjuntura nacional e internacional e o mercado de trabalho; NR-01 – Riscos Psicossociais: o olhar da psicologia, da fiscalização e da justiça; a participação das mulheres e da juventude no movimento sindical e na política; a luta pelo descanso semanal remunerado e a redução da jornada de trabalho – Fim da escala 6×1; as mudanças no setor do comércio e serviços e os impactos na organização sindical e do trabalho; e a precarização nas relações de trabalho no setor do comércio e serviços – análise e formas de enfrentamento.

FIM DA ESCALA 6X1 E A LUTA POR VIDA ALÉM DO TRABALHO

 A proposta prevê a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e garante pelo menos dois dias consecutivos de descanso remunerado, colocando fim à escala 6×1 tão comum no comércio.

Para Guiomar Vidor, presidente da FECOSUL e vice-Presidente CNTC, um dos palestrantes convidados, ”O sindicalismo brasileiro inicia o ano de 2026 com a meta unitária de mobilizar a classe trabalhadora para conquistar a redução da jornada de trabalho e o fim da exaustiva escala 6×1. Fortalecidos pelos recentes acenos do governo federal, dirigentes sindicais planejam uma ‘grande onda nacional’ para converter o debate em lei ainda neste primeiro
semestre, aproveitando a janela política do ano eleitoral”. Neste ano obtivemos uma grande conquista com a isenção do Imposto de Renda (IR) para os trabalhadores que ganham até R$ 5 mil reais, “agora precisamos lutar por qualidade de vida também! ”

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